Domingo, 02.01.11

Aqui fica a publicação da minha apresentação da defesa da dissertação.

 



Appt_Ricardo
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Quarta-feira, 29.12.10

Os factos que mentem

No final do dia de ontem, espreitei as propriedades da minha pasta "Dissertação" no portátil, e deparo-me com um total de 1.817 ficheiros. Na pasta ao lado, que continha a aplicação desenvolvida para o projecto, mais 1.642 ficheiros marcam lá presença.

Abro cada uma dessas pastas, e identifico cada um dos ficheiros que escolho ao acaso. Recordo-me, em todos, quando o criei, escrevi, ou desenhei. O que me passava pela cabeça quando criei aquele rascunho em que nunca mais lhe peguei, mas por lá deixei. Rascunhos de rascunhos, versões finais de rascunhos, e versões finais de versões finais que produziram mais rascunhos.

O percurso foi longo e aparentemente mais complexo do que o que pareceu. Mas ontem, neste portátil, na pasta "Final_a_serio", (porque era mesmo final, a sério!) estavam apenas dois ficheiros: uma dissertação completa, e uma apresentação da sua defesa. Tudo convergiu para aquele momento, aqueles poucos megabytes que ocupam o mesmo espaço virtual que a música "Real Thing" dos Faith No More ocupa. "Inacreditável", pensei eu. Mas no final do dia (e especialmente hoje, daí estar a escrever estas palavras) apercebi-me do quão importante foi o processo.

Os factos que não mentem

O verdadeiro teste não foi a apresentação de ontem. O verdadeiro teste já eu o tinha realizado, como quando olhámos para trás e pensámos "uau, eu fiz isto?". E aqui pensamos em tudo o que foi necessário, em todos os que contribuíram, para que aqueles insignificantes megabytes pudessem ali estar. Porque para mim, o trabalho que tive o prazer de desenvolver com a minha amiga e colega Marília Moita não cabe fisicamente em espaço algum. Venham gigas, tetras, penta bytes, não importa, a satisfação de um processo bem conseguido não cabe em lugar algum — a não ser onde realmente importa. E aí, há sempre lugar para tudo isto.

E há sempre mais.

Resta-me agradecer, como já o fiz, a todos aqueles que me ajudaram nesta longa caminhada, nos momentos altos e baixos, que não foram tão poucos assim. Muitos não tinham sequer o dever de me ajudar ou dar apoio - mas fizeram-no à mesma, e eu estou eternamente grato por isso. Aos professores, aos participantes do estudo, aos que ajudaram com o material, aos amigos, à namorada, e a todos aqueles cujas palavras directa ou indirectamente me fizeram pensar que "vai valer a pena". O PontoUA foi, para mim, um sucesso.

Já agora, um cumprimento cordialíssimo à equipa do Sapo Campus que fez tudo por nos acompanhar ao longo de todo este tempo, e facilitar este processo de partilha de conhecimento, felicitações e tristezas, sempre com uma mão ali ao lado. É impossível pensar na minha dissertação e não me lembrar desta plataforma, uma vez que se relacionaram de forma sempre tão orgânica. Obrigado.

A apresentação da defesa seguirá num post seguinte :)



Quinta-feira, 05.08.10

So I haven't written in this blog for quite a few months now.

Between this and the previous post, all sorts of ideas for development, misfortunes and system changes have taken place. But I am happy to announce that the project's core idea hasn't changed, and that the final prototype was working pretty much as expected (a few bugs aside, of course!)

I am currently wrapping up the final development aspects, as far as the thesis itself is concerned, so I can finally move on to the data gathered from the usability and user experience tests. Altough I have only reviewed the data in a glance, I'm happy to say that the results proved to be very interesting and satisfatory, in some ways, actually better than we expected.

The implementation of the actual prototype wasn't quite as we wanted it to be, we had a few misfortunes concerning the overall hardware. That's why the final solution was a horizontal system and not vertical, wall-like, as we wanted. But all in all, it didn't prove to be a barrier.

Enough talking! We've put together a small, low-quality demo of the working prototype.
You can't see the system itself in detail, or the information displayed, but we think it's enough to give you an overall feeling of the system. On a final word, I'd like to thank to all of the participants, who were kind enough to help us test the system instead of going to the beach :)

The video:



Expect the final results soon.


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Quarta-feira, 20.01.10

Eis a apresentação relativa ao Plano de Investigação.


 





Domingo, 17.01.10

(This post will be written in portuguese, since it only concerns the academic environment and not the investigation itself.)

Reflectindo então sobre o pedido do balanço sobre as cadeiras (e respectivos conteúdos) do primeiro semestre deste segundo ano, começo pela disciplina de Projecto. Inicialmente, quando os temas relativos às metodologias de estudo começaram a ser abordadas, confesso que não me passou pela cabeça que se tornasse essencial reflectir, a nível pessoal, sobre tanto detalhe como o que nos era apresentado. Apesar da insistência da docência quanto à importância de todos os métodos que deviam ser considerados, pensava que eu que tudo aquilo vinha naturalmente com o pensamento quanto à dissertação.

Estava errado. Nas últimas semanas, recorri inúmeras vezes ao blog de Investigação MCMM, lendo e relendo todas as apresentações de conteúdo, de modo a que não me escapasse nada (ou o menos possível) quanto à definição da minha investigação. As metas que eram pedidas frequentemente, apesar de alguma dificuldade na sua realização (especialmente por parte de quem trabalha), revelaram-se sempre úteis algum tempo mais tarde. Naturalmente, o esforço feito em tempo útil acabava por compensar mais tarde quando o tempo era escasso.

 Relativamente a Seminário, foi bastante interessante poder observar diferentes perspectivas sobre várias temáticas, e poder debatê-las com um grupo tão vasto a nível de conhecimento. Como já foi referido por Alguém (2010), seria interessante um maior número de contribuições de pessoal externo ao departamento, com diferentes contributos a nível profissional. Compreendo no entanto que se torne impossível cobrir todas as áreas de investigação com apenas uma aula de seminário quinzenalmente. Seja como for, não me restam dúvidas que foram uma mais valia.

 Agora resta-nos a todos verificar os frutos destas contribuições de conhecimento. Mas isso já são outros tantos :)

Boas escritas.

 


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Quarta-feira, 09.12.09

So here is my complete methodological design, now updated after reviewing its first version with my Orientator and Co-Orientator. I apologise for some lack of consistency here, this blog being written in English and this particular goal being in Portuguese - but sadly time is not on my side right now, the translation will have to wait.


Without further ado, here is the document.


DesenhoMetodologico Ricardo 9Dez LP-1





Sábado, 05.12.09

So here is my timeframe chart for the project, as well as the expected results. Sadly, only now I realize I made the timeframe in portuguese... so I'll leave it as it is and post an english version later as well.


Project's timeframe



Expected Results


The project PontoUA requires two main phases: the designing of the product itself, in the form of a working prototype, and user testing as far as the concept and user interactivity are concerned. From an overall point of view, these results should tell whether or not a large interactive public system in the University's Campus daily life could work. As the system will provide its users more than general information, it's essential to determine if the users are comfortable with some of their personal information being displayed in these types of terminals.


But my own study will not be focused in the personalized information itself, that will be covered by my colleague Marília. My work will focus on the effectiveness of the system itself, both concerning the system as a whole and the human-machine interaction role played by the users. The results I'm expecting to get are related to their experience with the product, how they interact with the interface, and whether or not a multi-touch system is effective to this particular kind of information display. An effective interface will be determinant for positive results, and if it is, the project may be ready for it's final phase, which is the development of more interactive points around the Campus.




Sexta-feira, 27.11.09

A proposta da aula de hoje de Seminário consistiu em realizar uma entrevista a um colega relacionada com a sua investigação. Coloco aqui o resultado da entrevista à Marília Moita.


Entrevista de Investigação


1) De que forma enquadras a tua investigação no actual paradigma da web social?

A web social funciona numa lógica de partilha, confiança, agregração, presença, etc., e neste sentido a minha investigação não se foca neste tipo de utilização por parte do utilizador. No entanto, a plataforma estará disponível para uso da comunidade académica da Universidade de Aveiro e centra-se no fornecimento de informação personalizada ao utilizador da mesma. Assim, a minha investigação foca-se no cariz individual do utilizador enquanto membro da comunidade e não na comunidade em si, não havendo um enquadramento enraizado no paradigma da web social.

2) De que forma é que a tua investigação pode contribuir para alterações de atitudes e comportamentos?

A minha investigação, inserindo-se num contexto de utilização académico com finalidade de possibilitar ao utilizador obter informação personalizada de acordo com as suas necessidades/preferências pode surtir alterações no comportamento dos indivíduos face à obtenção da informação desejada, facilitando a rotina diária do utilizador pelo campus, levando o utilizador a adoptar uma nova atitude no que respeita à obtenção de informação de seu interesse.

3) A tua investigação centra-se numa lógica de valorização do individuo ou de uma organização?

Ambas. A minha investigação tem uma raiz insitucional forte, sendo que vai ser desenvolvida na e para a Universidade de Aveiro. No entanto o seu desenvolvimento vai centrar-se no utilizador enquanto indivíduo singular. Desta forma, poder-se-á valorizar a organização, do ponto de vista de oferta de um novo serviço à comunidade, que enriquecerá a mesma do ponto de vista de oferta de serviços e de funcionamento, mas também do indivíduo que poderá obter informação adequada aos seus interesses/necessidades, efectuando uma utilização singular e individual do serviço.

4) A tua investigação explora uma lógica entusiasta ou numa lógica crítica?

Explora uma lógica de cariz mais entusiasta, uma vez que, na minha opinião, a tecnologia utilizada pode favorecer uma nova relação entre os utilizadores e a mesma, sendo que os efeitos dessa relação são potencialmente positivos, numa lógica em que a utilização da plataforma trará benefícios, a médio-tempo, ao utilizador, sendo que ao nível social existirá uma alteração de atitudes e comportamentos potenciados pela tecnologia.

5) De que forma a tua investigação actua na inter-dependência tecnologia-sociedade?

Ao permitir ao utilizador, a partir de um terminal tecnológico (ainda a definir), consultar informação insitucional adequada ao seu perfil e à sua rotina diária pelo campus, é potenciada uma nova relação ente os utilizadores e a tecnologia, que pode levar a que se altere o paradigma de identidade e de comunidade, uma vez que o próprio utilizador poderá ter acesso a novos padrões de obtenção de informação. Assim, em vez de se potenciarem interacções sociais entre os utilizadores (alunos, docentes, funcionários, visitantes, etc, da Universidade de Aveiro), potencia-se uma interacção com a plataforma no sentido de se obter a informação desejada. Assim, ao nível da inter-dependência enre tecnologia e sociadade, a comunidade, a longo prazo e se for efectuado um uso massivo da plataforma, poderá estar mais dependente da tecnologia no que diz respeito à obtenção de informação útil para o dia-a-dia no campus.Pode acontecer, no entanto, não existir uma vinculação a esse nível e que mantenha as atitudes, comportamentos e padrões de acção da comunidade inalteradas.


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Terça-feira, 10.11.09

This week's activity is to think about the concept's idea and take it for a spin outside the box. Altough this project will be confined to its own academic purposes, like it's actually supposed to, here are some other fields where the whole idea could be applied to.

 

The truth is, there's nothing particularly new about a public interactive display. Or a multimedia kiosk, whatever you want to call it. They've been around for many years, under many different forms, serving many kinds of purposes. But that's not a bad thing. It simply proves that the product, whatever its form, lives within its own context of use. In this particular product case, it will live under an academic wing.

 

What I'll be doing isn't your typical cube-like terminal you can touch and read basic information. So it's very interesting to think about it at a much larger scale, and I also mean this dimension wise.

 

But that also means that in order to be a successful product, we have to understand why it works. Why, when, and where. Fortunately, there are a huge number of applications for these kind of public interactive displays. So before shouting out loud some cases where these products can be useful (and most of them already are), let me narrow the use possibilities down a bit.

 

When are they successful?

 

Wieland Hofelder and Dietmar Hehmann have made this easy for me. These fine people already researched some successful cases of interactive displays in the mid-90's, tracing a few guidelines for any kind of kiosk applications. But this time, I'll take the liberty to adapt them. The following guidelines represent the context that any organization or corporation need to follow when thinking of using such displays.

 

So, any organization which:

 

» needs to present information on a wide range of topics;

» needs to provide public access to a specific kind of service;

» wants to sell products by direct ordering;

» wants to provide the opportunity to to fill out an electronic form for any kind of further transactions;

 

Also, that same organization needs to be able to:

 

» locate their interactive point at an accessible area;

» design an intuitive and fluid interface;

» create a specific application within its appliable context;

 

So, in this particular scenario I dare to change the initial question to "In which organizational context can't this be applied to?". It's not difficult to think of a few, mainly because every single one of us has already experienced and tried several types of these applications.

 

Examples?

 

Banks
The ATM machine you use everyday (and will eventually pay for it) can be considered a multimedia kiosk. And even on the inside of a Bank building, you have to take a number in order to be seen. That very same machine you take your number on, could perfectly be an interactive ambient display. But it isn't. It would be, if you could have some fluid interaction with it, not a simple mechanical process. Imagine another kind of ambient display inside a Bank, where you could access your personal account information, without having to wait in queue.

 

Hospitals.
A few public interactive displays at the entrance could provide its users information about which doctors were on call, how many, the average waiting time, and a map of the hospital, if they get a little confused. We can take this a bit further: since our project includes user recognition by the system, the interface could recognize the patient and tell them their analysis results, without even needing to talk to their doctor. This obviously raises some privacy issues, but we'll get to that.

 

Museums.
This one's easy. There are several really, really large museums around the planet. Some of them can be overwhelming if you don't know where you're going. You could easily interact with a public ambient display not only to get to know the place, but to get some extra information you couldn't get in the first place. 3D interactive maps are easier to follow than the ones in those pamphlets they give you.

 

Universities.
You're a college freshman, you have no idea where to eat, or go for your first class. Your universirty card has a chip in it that will allow a public interactive display to recognize you, and present you your "freshman" information. You could instantly know your schedule, the day's menu, who your teachers are, and where those academic social services are. All of these things by simply presenting your card and interacting for 30 seconds with one of the many interactive points spread around the campus.

 

Videogames in public spaces.
An odd idea, but there already are a few. You're waiting for the bus (yes, on the bus stop) and the next one doesn't arrive for another 15 minutes. You look at the bus stop's side panel and it's challenging you to play a game. It can be pac-man, you're likely to be entertained for those 15 minutes. Videogames everywhere are a personal favorite of mine.

 

Shops.
Every kind of shop, small or large. Large shops (let's call them malls) could easily benefit from these interactive points, and in fact some of them already do. The most obvious reason is localization: malls have many small shops and other points of interest. A visitor could simply enter the name of their favorite restaurant and the system could display a trajectory on how to get there. Small shops could display information about their new products, for example. Of course, there isn't much room for personal information here.

 

The Post Office.
You want to track an order you've sent, or are about to receive. You could simply show your post-office id (which doesn't exist yet, but you heard it first here) and the system could tell you exactly about your order's status. And that you smell nice as well.

 

Final thoughts

 

I believe you get the idea. The ideas only stop flowing when you reach the point of compromising personal information; after all, if you could check your e-mail at an interactive display at the mall, you probably would be afraid that someone else saw your emails, or worse, that someone stole your system ID and pretended to be you.

 

So there's a limit to the next level. Sadly, this simple concept of personalized information is not as common as it could be. Typically these systems only have one level of access, and that means only one level of available information. If this were not the case, maybe there could be an interactive display made precisely for your own daily use.

 

 If there's information, it needs to be accessed. I can't think of any corporation which doesn't deal with people, their hands-on customers. If a company provides a service, users should be able to get it anywhere if needed to. And even if they don't need it, but its use was somewhat welcome... see what I mean?

 




Quinta-feira, 05.11.09

This exercise one will be in portuguese, sorry.

 

This is my current standpoint as far as my dissertation's index is concerned. I must say it's still under development, so a few points might change afterwards. Here's the index presentation; the categories' hierarchy might not be perfectly comprehensible, so I'll post it right below the presentation in it's normal tree-node style. By the way, I really hated Prezi.

 

 

 

 

 

Sistemas Interactivos em Espaços Públicos

Sistemas de Comunicação Multimédia
Caracterização dos SIEP
Tipologias de SIEP
Cenários de utilização  
Estudos de caso                

Interacção Humano-Computador

Noção de Interacção

Princípios de Interacção

Metáforas de Interacção

Paradigmas de Interacção Humano-Computador

                               IHC em Interfaces Tangíveis

                                               Interfaces Tangíveis: Caracterização

                                               Princípios de Interacção nos TUI

                                               O corpo como mediador de Interacção

                               Interacção em ambientes públicos

                                               O espaço como mediador de Interacção

                                               Princípios de interface e usabilidade

                                               Interacção com os SIEP

Estudo de casos

 

SIEP em contexto Universitário

SIEP nas Universidades
        Acesso à informação
        Personalização da informação

 




Who?
Ricardo Magalhães, taking a master's degree in Multimedia Communication (08-10)
What?
PontoUA: Interaction and Interface in a Public Interactive System, oriented by Prof. Luis Pedro
Most recent

Apresentação da Defesa de...

O Ponto Final

PontoUA wrapped up!

Apresentação Plano Invest...

Balanço do 1º Semestre

Methodological Design

Timeframe and Expected Re...

Exercício Seminário - Ent...

Project's Activity - Org...

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